Cuando yo ya no esté...
Aunque no me veas... mi mirada jamás se desviará de
ti.
Búscame en la luz del amanecer... ahí estaré.
Cuando yo ya no esté...
Aunque no me escuches... mis palabras llegarán hasta
ti.
Búscame en el canto de los pájaros... ahí estaré.
Cuando yo ya no esté...
Aunque no sientas mi perfume... mi aroma llegará
hasta ti...
Búscame en la brisa que te acaricia... ahí estaré.
Cuando yo ya no esté...
Aunque no sientas mi presencia...
Yo estaré a tu lado... Sí... ahí estaré.
Búscame en la flor que brota,
en la hoja del árbol que cae...
Ahí estaré.
En el invierno que se despide...
O en la primavera que se anuncia...
Búscame ahí... que ahí estaré.
Porque un
adiós nunca es definitivo...
es un ciclo
que termina, es la flor que muere en invierno...
para volver
a nacer...
ADEUS...
Quando
eu já não esteja...
Ainda
que não me vejas... o meu olhar jamais se desviará de ti.
Procura-me
na luz do amanhecer... aí estarei.
Quando
eu já não esteja...
Ainda
que não me escutes... as minhas palavras chegarão até ti.
Procura-me
no canto dos pássaros... aí estarei.
Quando
eu já não esteja...
Ainda
que não sintas o meu perfume... o meu aroma chegará até ti...
Procura-me
na brisa que te acaricia... aí estarei.
Quando
eu já não esteja...
Ainda
que não sintas a minha presença...
Eu
estarei a teu lado... Sim... aí estarei.
Procura-me
na flor que brota,
na
folha da árvore que cai...
Aí
estarei.
No
inverno que se despede...
Ou
na primavera que se anuncia...
Procura-me
aí... que aí estarei.
Porque um adeus nunca é definitivo...
é um ciclo que termina, é a flor que morre no
inverno...
para voltar a nascer...
A.C
04.02.2011




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