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Bem-vindos...

Vejo a chuva cair... o vento soprar... o sol entra pela minha janela... as nuvens passam. Tudo passa... E virão novos e bons tempos...

Bem-vindos...!

Veo la lluvia caer... el viento soplar... El sol entra por mi ventana y las nubes pasan... Todo pasa... Y vendrán nuevos y buenos tiempos...

¡Bienvenidos...!

(Alma Inquieta)

3 de novembro de 2009



¡Flores de nostalgia!




Es bueno sentir nostalgia. Significa que hay amor en nuestros corazones, el sentimiento supremo que da significado y objetivo a nuestra existencia.

Cuando amamos de verdad, con sentimiento puro y desinteresado, que tiene en las madres el ejemplo más grande, sentimos nos fuertes y dispuestos a enfrentar el Mundo.

Nostalgia no se siente solo de quien ya partió...

Podemos sentir nostalgia de alguien que está lejos o hasta de quien está cerca.

Sentir nostalgia de un cariño, de un beso, o mismo de escuchar la voz de alguien...

¡Sentir nostalgia es sentir...!

Y tal vez Dios tenga inventado la ilusión de la muerte para que superemos la tendencia de aprisionar el amor en círculos cerrados de egoísmo familiar, enseñando nos a cultivarlo en plenitud, en esfuerzo de fraternidad, de trabajo en favor de nuestro semejante, que nos conduce a las realizaciones más nobles.

Se queremos perpetuar la memoria de familiares o amigos queridos, que ya partirán, debemos recordarlos con los mejores y más bonitos recuerdos que tengamos.

No permitamos que la nostalgia se convierta en motivo de angustia y opresión. 

Empleemos los filtros de la firmeza y de la fe, que nos confirman que las ligaduras afectivas no se confinan en la sepultura.

El Amor, esencia de la Vida, prolongase, indestructible, hasta las moradas del Infinito, puente sublime que sustenta, indeleble, la comunión entre la Tierra y el Cielo...

Hay, pues, motivos para no cultivar la tristeza.

Sentimos nostalgia, ¡estamos vivos...!

Y se fuéramos capaces de orar, serenos, en eses momentos de evocación, rociando las flores de la nostalgia con la bendición de la esperanza, sentiremos la presencia de ellos entre nosotros, envolviendo suavemente nuestros corazones con afectuosos perfumes de alegría y paz.

Zé Manel e Profesor Andrade, muchas veces siento vuestra presencia... ¡mismo no estando físicamente conmigo!

Muchas veces siento la presencia de alguien que está lejos geográficamente, ¡pero tan cerca de mi corazón...!

¡DENTRO DE MI CORAZÓN!


A.C.




Flores de saudade!


É bom sentir saudade. Significa que há amor em nossos corações, o sentimento supremo que empresta significado e objectivo à nossa existência.

Quando amamos de verdade, com sentimento puro e desinteressado, que tem nas mães o exemplo maior, sentimo-nos fortes e dispostos a enfrentar o Mundo.

Saudade não se sente apenas de quem já partiu...

Podemos sentir saudade de alguém que está longe ou até de quem está perto.

Sentir saudade de um carinho, de um beijo, ou mesmo de ouvir a voz de alguém...

Sentir saudade é sentir falta de...!

E talvez Deus tenha inventado a ilusão da morte para que superemos a tendência de aprisionar o amor em círculos fechados de egoísmo familiar, ensinando-nos a cultivá-lo em plenitude, no esforço da fraternidade, do trabalho em favor do semelhante, que nos conduz às realizações mais nobres.

Se queremos perpetuar a memória de familiares ou amigos queridos, que já partiram, devemos lembrá-los com as melhores e mais bonitas recordações que tivermos.

Não permitamos que a saudade se converta em motivo de angústia e opressão. 

Usemos os filtros da firmeza e da fé, que nos confirmam que as ligações afectivas não se encerram na sepultura.

O Amor, essência da Vida, estende-se, indestrutível, às moradas do Infinito, ponte sublime que sustenta, indelével, a comunhão entre a Terra e o Céu...

Há, pois, motivos para não cultivarmos tristeza.

Sentimos saudade, estamos vivos!

E se formos capazes de orar, serenos, nesses momentos de evocação, orvalhando as flores da saudade com a bênção da esperança, sentiremos a presença deles entre nós, envolvendo suavemente nossos corações com afectuosos perfumes de alegria e paz.

Zé Manel e Professor Andrade, muitas vezes sinto a vossa presença..., mesmo não estando comigo fisicamente!

Muitas vezes sinto a presença de alguém que está longe geograficamente, mas muito próximo do meu coração...

DENTRO DO MEU CORAÇÃO!



A.C.
02.11.2009


1 de novembro de 2009



¡Otra de mis preferidas…
me encanta!





Sígueme a una tierra a través del mar brillante
Lugar más allá del mundo que hemos conocido
Más allá de un mundo que podría ser soñado
Y la alegría que hemos probado.


Sígueme por el camino donde solo el amor puede ver
Por encima de toda la noche
A la luz más allá de las lágrimas
Y todos los años que hemos perdido.


Sígueme a una tierra lejana de altas montañas
Adonde toda la música por sonar llenará el cielo
Cantando en el silencio del corazón
Mientras el mundo sigue girando y girando
Pasando, sígueme.


Sígueme a una tierra a través del mar brillante
Por encima de toda la noche,
A la luz más allá de las lágrimas
Y todos los años que hemos perdido.


Sígueme a una tierra lejana de altas montañas
Adonde toda la música por sonar llenará el cielo
Cantando en el silencio del corazón
Mientras el mundo sigue girando y girando
Pasando, sígueme.


Toma mi mano
Y vamos a encontrar la tierra
Más allá del mar brillante
Sígueme.


¡Esta es otra música de mi preferencia...!




Segue-me para uma terra com o mar brilhando
Esperando além do mundo que nós conhecemos
Além de um mundo que poderia ser sonhado
E a alegria que vivemos.


Segue-me ao longo da estrada onde só o amor pode ver
Elevando-se acima da noite
E a luz além das lágrimas
E de todos os anos que desperdiçámos.


Segue-me para uma terra distante de altas montanhas
Onde todas as músicas por tocar vão encher o céu
Cantando no silêncio do coração
Enquanto o mundo continua girando, girando
Passando, segue-me.


Segue-me para uma terra com o mar brilhando
Elevando-se acima da noite
E a luz além das lágrimas
E de todos os anos que desperdiçámos.


Segue-me para uma terra distante de altas montanhas
Onde todas as músicas por tocar vão encher o céu
Cantando no silêncio do coração
Enquanto o mundo continua girando, girando
Passando, segue-me.


Pega na minha mão
E vamos encontrar a terra
Além do mar que brilha
Segue-me.

(Demis Roussos)


Esta é outra música da minha preferência...!




A.C.
01.11.2009




¡Qué afortunada soy…!





Talentosa, sorprendente, impar, arrebatadora, ¡tanto se puede decir de Mariza!

Mariza es hoy la voz más grande de la música portuguesa en el mundo.

Su pasión por las palabras de poetas haz que sea imposible quedarse indiferente convirtiendo la experiencia de verla y escucharla en algo verdaderamente extraordinario.

Actuó en los más famosos palcos nacionales e internacionales y consiguió consecutivos premios en su aún corta pero ya sólida carrera. Va en su cuarto álbum de originales editado y pleno de éxito. Mariza subió al palco del Coliseu de Porto para la presentación del álbum TERRA.

La afluencia a la taquilla superó todas las expectativas, obligando mismo a un concierto extra, que agoto muy rápidamente.

¡Yo tuve el privilegio de asistir, el pasado jueves, a un fabuloso espectáculo!

¡Fue un viaje inolvidable por el alma de nuestra gente!

¿Silencio que se va oír el fado? ¡No!

¡Silencio que se va escuchar Mariza!




Beso de nostalgia

Olas sagradas del Tajo
Déjame besar tus aguas
Déjame darte un beso
Un beso de angustia
Un beso de nostalgia
Para llevar al mar
y el mar a mi tierra.


En tus olas cristalinas
Déjame darte un beso
En tu boca de señorita
Déjame darte un beso, óh Tajo
Un beso de angustia
Un beso de nostalgia
Para llevar al mar
y el mar a mi tierra.


Mi tierra es aquella pequeñita
Es Cabo Verde tierra mía
Aquella que en el mar parece niña
Es hija del océano
Es hija del cielo
Tierra de mi madre
Tierra de mis amores.


Bêjo Di Sodade

Onda sagrada di Tejo
Dixám'bejábu bô água
Dixám'dábu um beijo
Um bêjo di mágoa
Um bêjo di sodadi
Pá bô levá mar,
pá mar leval'nha terra.


Na bôs onda cristalina
Dixám'dábu um beijo
Na bô boca di mimina
Dixám'dábu um beijo óh Tejo
Um bêjo di mágoa
Um bêjo di sodadi
Pá bô levá mar,
pá mar leval'nha terra.


Nha terra ê quêl piquinino
É Cabo Verde, quêl quê di meu
Terra que na mar parcê minino
É fidjo d'oceano
É fidjo di céu
Terra di nha mãe
Terra di nha cretcheu.




Talentosa, surpreendente, ímpar, arrebatadora, tanto se pode dizer de Mariza!

Mariza é hoje a voz mais significativa da música portuguesa em todo o mundo.

A sua paixão pelas palavras de poetas torna impossível ficar-lhe indiferente tornando a experiência de a ver e ouvir em algo de verdadeiramente extraordinário. 

Tem actuado nos mais famosos palcos nacionais e internacionais e arrecadado consecutivos prémios na sua ainda curta mas já sólida carreira. 

Com quatro álbuns de originais editados e plenos de sucesso, Mariza subiu ao palco do Coliseu do Porto para apresentação do álbum TERRA.

A afluência às bilheteiras superou todas as expectativas, obrigando mesmo a um concerto extra, que esgotou muito rapidamente.

Eu tive o privilégio de assistir, na passada quinta-feira, a um desses fabulosos espectáculos!

Foi uma viagem inesquecível pela alma do nosso povo!

Silêncio que se vai ouvir o fado? Não!

Silêncio que se vai ouvir Mariza!




Beijo de Saudade

Ondas sagradas do Tejo
Deixa-me beijar as tuas águas
Deixa-me dar-te um beijo
Um beijo de mágoa
Um beijo de saudade
Para levar ao mar
e o mar à minha terra.


Nas tuas ondas cristalinas
Deixa-me dar-te um beijo
Na tua boca de menina
Deixa-me dar-te um beijo, óh Tejo
Um beijo de mágoa
Um beijo de saudade
Para levar ao mar
e o mar à minha terra.


Minha terra é aquela pequenina
É Cabo Verde terra minha
Aquela que no mar parece criança
É filha do oceano
É filha do céu
Terra da minha mãe
terra dos meus amores.


Bêjo Di Sodade

Onda sagrada di Tejo
Dixám'bejábu bô água
Dixám'dábu um beijo
Um bêjo di mágoa
Um bêjo di sodadi
Pá bô levá mar,
pá mar leval'nha terra.


Na bôs onda cristalina
Dixám'dábu um beijo
Na bô boca di mimina
Dixám'dábu um beijo óh Tejo
Um bêjo di mágoa
Um bêjo di sodadi
Pá bô levá mar,
pá mar leval'nha terra.


Nha terra ê quêl piquinino
É Cabo Verde, quêl quê di meu
Terra que na mar parcê minino
É fidjo d'oceano
É fidjo di céu
Terra di nha mãe
Terra di nha cretcheu.

(B.leza)



A.C.
01.11.2009


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