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Bem-vindos...

Vejo a chuva cair... o vento soprar... o sol entra pela minha janela... as nuvens passam. Tudo passa... E virão novos e bons tempos...

Bem-vindos...!

Veo la lluvia caer... el viento soplar... El sol entra por mi ventana y las nubes pasan... Todo pasa... Y vendrán nuevos y buenos tiempos...

¡Bienvenidos...!

(Alma Inquieta)

10 de janeiro de 2011



500... Amigos del Alma...


Llévame... broté para ti...



Ya 500 amigos (y algunos más) y todos de blogs tan especiales como especiales son ellos mismos...

Me dan su tiempo y su amistad. Para mí son dos joyas que solo los amigos de verdad regalan y ellos me regalan eso cada día...

Mis Amigos del Alma hacen de mi alma cada día más feliz con sus palabras, sus lecturas, sus elogios a veces, y su fuerzas...!

A cada uno de ellos le va mi cariño y mi gratitud por existir y por ser real para ellos..., por pasar..., por quedarse..., pero, sobre todo, por siempre estar...!

Y sepan que si se borrara todo lo elegido y tuviéramos oportunidades nuevas para seleccionar... 

Yo, a ustedes, los elegiría de nuevo..., porque son "únicos"...

Gracias a todos por elegir estar por acá...



Leva-me... quero voar até ti...

500... Amigos da Alma...


Já 500 amigos (e alguns mais) e todos de blogues tão especiais como especiais são eles mesmos...

Dão-me o seu tempo e a sua amizade. Para mim são duas jóias que só os amigos de verdade oferecem e eles oferecem-me isso a cada dia...

Os meus Amigos da Alma fazem da minha alma cada dia mais feliz com as suas palavras, as suas leituras, os seus elogios às vezes, e o seu alento...!

Para cada um de vós vai o meu carinho e a minha gratidão por existirem e por ser real para vós..., por passarem..., por ficarem..., mas, sobretudo, por sempre estarem...!

E saibam que se se apagasse tudo o que está para trás e tivéssemos oportunidades novas para escolher... 

Eu, a vós, eleger-vos-ia de novo..., porque são "únicos"...


Obrigada a todos por elegerem estar por cá...




A.C.
10.01.2011


8 de janeiro de 2011



¡Quisiera ser... como tú...!


 



¡Te contemplo!

Y contemplar es mucho más que mirar.

Es pararme delante de tu grandeza para, en ella, fijar mi mirada.

Es mirar y escuchar con ojos y oídos a la vez. Y sentirte... para guardarte, como un tesoro, en el corazón.

Atrapas mi atención y absorbes mis sentidos.

Admiro la dimensión de tu serenidad e imponencia que me atrae y, a la vez, me da sensación de plena libertad.

Exhibes la grandeza del universo y me devuelves a la insignificancia de mi pequeñez.

En ti contemplo la revelación de un amor inmenso.

Cuando no estoy contigo... me haces falta..., como la sal que da gusto a la vida.

Sal con gusto de lágrimas lloradas, como las mías de saudade y ausencias sentidas.

Quisiera ser como tú. Y ser transparente como las aguas tuyas, que no temen mostrar lo que les va en la profundidad del alma, dejándose atravesar por la luz del sol sin miedos ni reservas.

Quisiera ser como las aguas tuyas, que se dejan torturar por el calor del sol, muriendo a sí mismas, para que de ellas nazcan las nubes y de las nubes caigan las aguas que fecundan la tierra y llenan los ríos, que matan la sed y unen las orillas.

Quisiera que mis ojos puedan ver, que mis oídos puedan escuchar y mi corazón experimentar la grandeza del amor, en la serena quietud del azul infinito que me regalas.


¡...TODO ESO QUISIERA... MAR...!






QUISERA SER... COMO TU...!



Contemplo-te! 

E contemplar é muito mais que olhar. 

É parar-me diante da tua grandeza para, nela, fixar o meu olhar. 

É olhar e escutar com olhos e ouvidos, ao mesmo tempo. E sentir-te... para guardar-te, como um tesouro, no coração. 

Prendes a minha atenção e absorves os meus sentidos. 

Admiro a dimensão da tua serenidade e imponência que me atrai e, ao mesmo tempo, me dá sensação de plena liberdade. 

Exibes a grandeza do universo e devolves-me à insignificância da minha pequenez. 

Em ti contemplo a revelação de um amor imenso. 

Quando não estou contigo... fazes-me falta..., como o sal que dá gosto à vida. 

Sal com gosto de lágrimas choradas, como as minhas de saudade e ausências sentidas. 

Quisera ser como tu. E ser transparente como as tuas águas, que não temem mostrar o que lhes vai na profundidade da alma, deixando-se atravessar pela luz do sol sem medos nem reservas. 

Quisera ser como as tuas águas, que se deixam torturar pelo calor do sol, morrendo elas mesmas, para que delas nasçam as nuvens e das nuvens caiam as águas que fecundam a terra e enchem os rios, que matam a sede e unem as margens. 

Quisera que os meus olhos possam ver, que os meus ouvidos possam escutar e o meu coração experimentar a grandeza do amor, na serena quietude do azul infinito que me ofereces. 


...TUDO ISSO QUISERA... MAR...!





A.C.
08.01.2011



2 de janeiro de 2011



Estados de Alma Nueva...





Esperaba, con ansiedad, tu llegada, 

Sabiendo que vive en ti un aliado de mis días por venir, 

Testigo y cómplice de mi camino, 

Acompañante, silencioso, de mi destino. 

Diapasón que acompañará la mejor de mis canciones. 

Ornamento que luciré en el vestido de cada uno de mis días. 

Sentires nuevos que tus nuevos días me prestarán y los sentiré míos. 



Desafíame como la cumbre de la montaña al alpinista que, 

Espera solo llegar... y ese es su mejor trofeo. 



Amaneceres pintados con los colores de la esperanza... 

Luz que ya ilumina los senderos de mi existencia... 

Melodía suave que ya rompe mis silencios... 

Acordes que ya dibujan la partitura de esta parte de mi vida.







Estados de Alma Nova...



Esperava, com ansiedade, a tua chegada, 

Sabendo que vive em ti um aliado dos meus dias futuros, 

Testemunha e cúmplice do meu caminho, 

Acompanhante, silencioso, do meu destino. 

Diapasão que acompanhará a melhor das minhas canções. 

Ornamento que luzirá no vestido de cada um dos meus dias. 

Sentires novos que os teus novos dias me emprestarão e senti-los-ei meus. 



Desafia-me como o pico da montanha ao alpinista que, 

Espera apenas chegar... e esse é o seu melhor troféu. 



Amanheceres pintados com as cores da esperança... 

Luz que já ilumina as veredas da minha existência... 

Melodia suave que já rompe os meus silêncios... 

Acordes que já desenham a partitura desta parte da minha vida.




A.C.
02.01.2011



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